À vida peço pouca coisa
Não é muito, de verdade
Peço as músicas que me embalaram as horas
Os beijos que me molharam os lábios
As palavras que me emocionaram a alma
Os sorrisos que me tiraram do chão
As promessas da juventude
As lágrimas de alegria
Os dias ensolarados
Os momentos descuidados
O mergulho nas águas do mar
As cantigas de ninar
Os tempos de criança
Os tempos de adulto
E os tempos maduros
A memória dos dias vividos
E a felicidade incontida no peito
A ternura dos amigos
O amor de filho
O amor de pai
O amor de mãe
O amor
E toda forma de amor
Peço à vida pouca coisa
Somente o que meu coração pode carregar
O que posso levar a qualquer lugar
E que o tempo nunca, nunca, nunca vai apagar
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
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