quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

por agora, peço a bondade de Deus

Os dias de tormenta

A malícia das criaturas

A falta de verdade

A mentira

Peço a Deus a força necessária

A paz, o equilíbrio, a confiança

Não é assim que se reafirma a fé?

Ou as coisas somente vão bem quando tudo está bem?

A vida não é feita de mil alfinetadas?

Mil agulhadas que nos ferem?

Mas serão elas mais fortes que os bálsamos que caem dos céus?

Que as alegrias recolhidas em outros instantes?

Fecho os olhos e afasto o que não me pertence

O que não sou

O que não faz parte de mim

O mal só me atinge se em meu coração houver lugar para ele

Preciso da força para perdoar, para entender

Aí está a sabedoria, aí está a verdadeira evolução

Aí a lição de amor que preciso aprender, ainda

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