Ai que a vida me escapa pelas mãos
Um punhado de areia
Para cada dia, um grão
Mas me escorregam todos
Vão ao chão
Desespero-me
Mas é em vão
Não há remédio
Não há solução
Não se prende a vida, não
Para isso não há permissão
domingo, 23 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário